Engenharia do Trabalho

PGR - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS e GRO - GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS

PGR e GRO da nova NR-1 são obrigatórios a partir de janeiro de 2022

Entrou em vigor no dia 03 de Janeiro de 2022 a nova NR-01 que exige a implementação o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) para as empresas de todo Território Nacional. Em 2020 a atualização de duas normas, a NR 1 e NR 9 (portarias 6.730 e 6.735), que a partir de agora, estabelecem a implementação do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) nas empresas.

Em vigor desde o dia 03 de Janeiro de 2022, a nova NR-01 tem por objetivo a sistematização da Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho nas empresas para reduzir os riscos ocupacionais e consequentemente os acidentes de trabalho. Veja neste artigo tudo sobre essa nova norma.

O que é GRO?
Na nova NR1, mais precisamente no item 1.5, é possível encontrar um conjunto de processos chamado de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), criado para nortear as empresas em relação à implantação de planos, programas e/ou sistemas de gestão, tendo em vista a melhoria constante do desempenho em segurança e saúde no trabalho. O GRO busca estruturar e integrar todo o sistema de gerenciamento de riscos das empresas. Entre os riscos estão os clássicos agentes de perigos ambientais, como os físicos, químicos, biológicos, de acidentes e fatores ergonômicos. É perceptível que o GRO abrange diversos fatores importantes e fundamentais para a SST, como a identificação de perigos e avaliação de riscos; controle de riscos; análise de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho; além de preparação para emergências. Portanto, o GRO não se resume à entrega de um documento específico ou um sistema padronizado para ser utilizado, mas sim, há uma estrutura básica de gestão a ser seguida, sendo de responsabilidade de cada organização implementa-la em seus estabelecimentos, de acordo com sua realidade vivenciada.

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PAE - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA

Plano de Ação de Emergência

O Plano de Ação de Emergência – PAE, é parte integrante de um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), de modo que as tipologias acidentais, os recursos e as ações necessárias para minimizar os impactos possam ser adequadamente dimensionadas.

O PAE é o documento onde são estabelecidas as possíveis emergências dentro e fora das instalações, e devem ter detalhamento de procedimentos técnicos e organizacionais para reduzir os efeitos e danos às pessoas, propriedade, e ao meio ambiente.

Independentemente das ações preventivas previstas no PGR, um Plano de Ação de Emergência (PAE) deve ser elaborado e considerado como parte integrante do processo de gerenciamento de riscos.

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LAUDO ERGONÔMICO NR-17

LAUDO ERGONÔMICO NR-17

A análise ergonômica dos postos de trabalho existentes na empresa é realizada através da vistoria técnica de profissional habilitado e tem como finalidade formar parâmetros para adaptação das condições de trabalho dos colaboradores às suas características psicofisiológicas, oferecendo o máximo de conforto, eficiência de desempenho e segurança do trabalho. A realização é feita a cada alteração de mobiliário ou alteração no ambiente de trabalho. A análise ergonômica dos postos de trabalho existentes na empresa é realizada através da vistoria técnica de profissional habilitado e tem como finalidade formar parâmetros para adaptação das condições de trabalho dos colaboradores às suas características psicofisiológicas, oferecendo o máximo de conforto, eficiência de desempenho e segurança do trabalho. A realização é feita a cada alteração de mobiliário ou alteração no ambiente de trabalho. Nossa equipe de profissionais desenvolve ações que levam em consideração aspectos antropométricos, biomecânicos e psicofisiológicas, equipamentos, mobiliário, ambiente, comunicações existentes entre os elementos de um sistema, a transmissão dessas informações, o processamento, a tomada de decisões, organização do trabalho e suas condições, incluindo aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais. 

 

Para avaliar a adaptação dessas condições às características psicofisiológicas dos colaboradores, a empresa deve realizar a Análise Ergonômica do Trabalho (AET), abordando as regras estabelecidas na Norma Regulamentadora (NR-17 da Portaria nº 3751 de 23 de novembro de 1990 do Ministério do Trabalho).
A ergonomia é parte integrante das normas regulamentadoras e deve estar articulada com as demais normas de Segurança e Medicina do Trabalho, em particular com o Programa de Controle Médico da Saúde Ocupacional – PCMSO – e Programa de Gerenciamento de Riscos / Gerenciamento de Riscos Ocupacionais – PGR / GRO

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PPP - PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO

Constitui-se em um documento histórico-laboral do trabalhador que reúne, entre outras informações, dados administrativos, registros ambientais e resultados de monitoração biológica, durante todo o período em que este exerceu suas atividades na respectiva empresa. Tendo sua elaboração obrigatória a partir de 01.01.2004 (data fixada pela IN INSS/DC 96/2003) o PPP tem por objetivo primordial fornecer informações para o trabalhador quanto às condições ambientais de trabalho, principalmente no requerimento de aposentadoria especial.Em decorrência da IN INSS 118/2005, a partir de 1º de janeiro de 2004, a empresa ou equiparada à empresa ficou obrigada a elaborar o PPP, conforme anexo XV da referida Instrução, de forma individualizada para seus empregados, trabalhadores avulsos e cooperados. Atualmente, a Instrução Normativa INSS 77/2015 , alterada pela Instrução Normativa INSS 85/2016, é que estabelece as instruções de preenchimento e o modelo do formulário do PPP. 

O PPP deve ser preenchido, atualizado e entregue ao trabalhador no momento da rescisão de contrato de trabalho, especificando se o mesmo esteve sujeito aos agentes nocivos à saúde durante o contrato de trabalho, sob pena de multa mínima, de acordo com o art. 283 do Decreto 3.048/99 e da Portaria Interministerial MPS/MF 15/2018.

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LTIP - LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE NR15 E NR16

O LTIP – Laudo de Técnico de Insalubridade e Periculosidade – é um documento que avalia as condições do ambiente de trabalho a fim de determinar se o mesmo é insalubre ou não insalubre, verificando os agentes físicos, químicos e biológicos aos quais os trabalhadores estão expostos.

]Através da elaboração do LTIP é possível determinar ou não a necessidade de receber o adicional de insalubridade.

O documento apresenta também as informações necessárias a NR 16 – Atividades e Operações Perigosas, determinando se os trabalhadores estão expostos a atividades perigosas.

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NR-5 - CIPA

Para formar a CIPA, deve-se passar por um processo de eleição, no qual se escolhem os representantes da comissão.

O empregador é o responsável pela convocação das eleições para formação da CIPA, respeitando o prazo mínimo de 60 dias antes que termine o mandato atual.

A empresa precisa fazer uma comunicação ao sindicato da categoria profissional, alertando sobre o começo desse período. Leia o post e veja como funciona o processo eleitoral da CIPA!

A CIPA é formada por representantes dos empregados e também do empregador, sendo estes indicados pelo mesmo, titulares e suplentes. O dimensionamento é previsto no Quadro 1 da NR 5.

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LTCAT - LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO

Esse laudo é um comprovante de que as atividades exercidas pelo trabalhador durante a permanência na empresa oferecem a ele algum tipo de risco ambiental.

A partir desse documento, a Previdência Social determina se há ou não a necessidade de aposentadoria especial. Se a Previdência Social determinar que aquele trabalhador tem direito à aposentadoria especial, a empresa deve recolher todas as alíquotas de contribuição destinadas ao financiamento do benefício.

O LTCAT é obrigatório?

A obrigatoriedade do Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho está prevista no Art. 58 da Lei nº 8.213/1991, que afirma que a empresa que não mantiver o documento atualizado com os agentes nocivos existentes no ambiente de trabalho de seus trabalhadores ou que emitir documento de comprovação de efetiva exposição em desacordo com o

laudo estará sujeita à penalidade prevista no art. 133 desta Lei. Art. 247 | Parágrafo único. O LTCAT deveráser assinado por engenheiro de segurança do trabalho, com o respectivo número da Anotação de Responsabilidade Técnica – ART junto ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA ou por médico do trabalho, indicando os registros profissionais para ambos. (Instrução normativa INSS/PRES nº 45).

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PCMSO - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL

Previsto na Norma Regulamentadora – NR-07, estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições.

Dentre as iniciativas que as empresas precisam manter para preservar a saúde e a integridade física e mental dos trabalhadores, o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, mais conhecido como PCMSO, é uma das principais.

Previsto pela Norma Regulamentadora 7 (NR 7), determina que todas as companhias que admitam trabalhadores como empregados devem realizar *uma série de exames ao longo do contrato, de modo a avaliar possíveis impactos da atividade na saúde do funcionário.

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PGR - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS e GRO - GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS

PGR e GRO da nova NR-1 são obrigatórios a partir de janeiro de 2022

Entrou em vigor no dia 03 de Janeiro de 2022 a nova NR-01 que exige a implementação o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) para as empresas de todo Território Nacional.
Em 2020 a atualização de duas normas, a NR 1 e NR 9 (portarias 6.730 e 6.735), que a partir de agora, estabelecem a implementação do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) nas empresas.
Em vigor desde o dia 03 de Janeiro de 2022, a nova NR-01 tem por objetivo a sistematização da Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho nas empresas para reduzir os riscos ocupacionais e consequentemente os acidentes de trabalho. Veja neste artigo tudo sobre essa nova norma.

O que é GRO?
Na nova NR1, mais precisamente no item 1.5, é possível encontrar um conjunto de processos chamado de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), criado para nortear as empresas em relação à implantação de planos, programas e/ou sistemas de gestão, tendo em vista a melhoria constante do desempenho em segurança e saúde no trabalho.
O GRO busca estruturar e integrar todo o sistema de gerenciamento de riscos das empresas. Entre os riscos estão os clássicos agentes de perigos ambientais, como os físicos, químicos, biológicos, de acidentes e fatores ergonômicos. É perceptível que o GRO abrange diversos fatores importantes e fundamentais para a SST, como a identificação de perigos e avaliação de riscos; controle de riscos; análise de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho; além de preparação para emergências.
Portanto, o GRO não se resume à entrega de um documento específico ou um sistema padronizado para ser utilizado, mas sim, há uma estrutura básica de gestão a ser seguida, sendo de responsabilidade de cada organização implementa-la em seus estabelecimentos, de acordo com sua realidade vivenciada.

GRO: por onde devo como começar?
Primeiramente, você precisa analisar categoricamente o cenário que a empresa se encontra e, em seguida, planejar os próximos passos da organização. É necessário identificar e estudar preliminarmente os perigos, avaliando os riscos ocupacionais, que fazem parte do cenário atual da empresa. Tendo essas métricas levantadas, você consegue definir e implantar a melhor forma de controle dos riscos ocupacionais, monitorando e melhorando o desempenho a cada dia na instituição. Assim, a empresa fica preparada, previamente, para possíveis emergências e acidentes.
Para realizar as etapas de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais, basta verificar o item 1.5.4 e seus subitens na NR1, que segue a abordagem adotada pelo ciclo PDCA. A metodologia PDCA, que já é amplamente conhecida e utilizada nos sistemas de gestão integrada de SST, é capaz de auxiliar no aprimoramento dos processos e solução de problemas.

Veja abaixo como as etapas do ciclo PDCA se inserem no contexto da SST e GRO:

Ciclo PDCA: como aplicar do início?
O ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act), traduzido como Planejar, Executar, Verificar e Agir, são quatro passos adotados e conhecidos por auxiliar na melhoria contínua de processos, implantação de novas ideias e solução de problemas, principalmente, os que não são facilmente visualizados. Com o PDCA é possível ir além da identificação de problemas, focando também nas causas e possíveis soluções

A cada repetição do ciclo, você terá conclusões diferentes que, de forma acumulativa, irão aprimorar os resultados e trazer melhorias graduais na empresa. Por isso, o método pode ser desdobrado em todos os níveis hierárquicos, desde a direção até a operação, sempre levando em consideração a política de saúde e segurança do trabalho da organização.

O que é PGR?
Todo o ciclo PDCA, citado anteriormente, deve ser apoiado pelo Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), que agora sim, pode se tratar de uma documentação, cujo objetivo é a consolidação de todas essas informações por meio de algumas ações permanentes, identificadas claramente nos subitens 1.5.5.5 e 1.5.6 da nova NR1. Porém, não podemos considerar o PGR apenas e exclusivamente como um documento, já que deve conter, no mínimo, inventário de riscos ocupacionais e plano de ação com acompanhamento. Neste sentido, a norma permite que o PGR seja atendido por um sistema de gestão. A finalidade do PGR é reconhecer, avaliar e propor medidas que irão prevenir doenças ocupacionais e acidentes de trabalho, além de minimizar danos à saúde e integridade física do trabalhador. 

Para isso, as ações retratadas no PGR são referentes às análises de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, além das medidas de preparação para emergências. Tais medidas devem ser planejadas, desenvolvidas e realizadas em cada estabelecimento, sob a responsabilidade do empregador e com a participação dos colaboradores, que são essenciais para a eficácia do processo.

Confira abaixo alguns dos principais itens que são elaborados no PGR:

• Reconhecimento dos perigos;
• Elaboração do inventário de riscos;
• Elaboração do plano de ação;
• Elaboração dos demais programas/laudos (TODOS OS DOCUMENTOS PREVISTOS NAS NR’S);
• Gerenciamento contínuo do PGR/GRO.

PGR: como implantar e monitorar?
Tratando-se da implantação do PGR, a norma é bem flexível, já que o mesmo pode ser empregado por atividade, setor ou unidade operacional.
Usemos de exemplo um açougue, que possui uma grande equipe em atuação, com várias funções divergentes sendo exercidas e, logo, riscos totalmente diferentes. Se focarmos nos trabalhadores das câmaras frias, estes estarão expostos a riscos completamente opostos dos trabalhadores que atuam no atendimento do estabelecimento. O colaborador da câmara fria pode sofrer consequências em atuar em um ambiente com condições extremas de temperaturas, enquanto o colaborador do atendimento pode apresentar apenas problemas ergonômicos. Então, o mais adequado, é que cada profissional tenha um plano próprio e personalizado.
Como o PGR se trata de um programa de melhoria contínua é fundamental que a organização adote medidas constantes e necessárias para melhorar o desempenho de saúde e segurança do trabalho. Isso pode ser feito através de algumas perguntas norteadoras, que auxiliarão o monitoramento do desempenho de SST. Ao estar com os indicadores e resultados nas mãos, atente-se a pontos que podem ser importantes, como por exemplo:

• Os controles de riscos previstos no plano de ação foram implementados e são eficazes?
• Os meios de consulta, comunicação e treinamento são eficazes para os colaboradores?
• Os trabalhadores estão adotando as medidas de controle de riscos nas suas atividades?
• Há um controle e/ou cronograma, com inspeções sistemáticas e efetivas nos locais de trabalho, para assegurar que os riscos ocupacionais estão sendo controlados?
• Os indicadores dos programas de SST evidenciam reduções significativas de doenças ocupacionais, afastamentos e acidentes?

Assim, adequando seus próprios questionamentos, a empresa consegue avaliar e monitorar a eficácia das ações implementadas, reparando possíveis falhas e assegurando o sucesso do processo.

PGR e GRO: diferentes, mas complementares

Após analisar a definição de GRO e PGR, é possível concluir que, apesar de ambas as nomenclaturas abordarem a palavra “riscos”, a diferença é que o GRO é a visão macro, mais conhecida como guarda-chuva, tendo como atribuição principal a gestão da saúde e segurança do trabalho. Já o PGR é um dos programas que são englobados dentro desse quadro geral. Portanto, para a implantação do GRO, temos que ir além do PGR, adotando também os demais programas, laudos e NR’s pertinentes ao ramo de atividade da empresa.

PPRA: o que acontece agora?
Com a atualização da NR 9, o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) deverá passar por uma transição para o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), onde terá uma nova estrutura, interface com demais normas e, principalmente, indicadores do sistema de gestão, com objetivo de garantir a saúde e integridade física dos trabalhadores.

PCMSO - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL – NR-07

Previsto na Norma Regulamentadora – NR-07, estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições.

Dentre as iniciativas que as empresas precisam manter para preservar a saúde e a integridade física e mental dos trabalhadores, o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, mais conhecido como PCMSO, é uma das principais.

Previsto pela Norma Regulamentadora 7 (NR 7), determina que todas as companhias que admitam trabalhadores como empregados devem realizar *uma série de exames ao longo do contrato, de modo a avaliar possíveis impactos da atividade na saúde do funcionário.

LTCAT - LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO

O que é LTCAT?

A sigla LTCAT significa Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho.

Esse documento, estabelecido e adotado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), é de suma importância para as empresas que seguem o regime da CLT e visa, sobretudo, registrar os agentes nocivos à saúde ou à integridade física dos trabalhadores.

“Esse Laudo é um comprovante de que as atividades exercidas pelo trabalhador durante a permanência na empresa oferecem a ele algum tipo de risco ambiental, ou seja, se o colaborador está exposto a algum agente nocivo a saúde.”

A partir desse documento, a Previdência Social determina se há ou não a necessidade de aposentadoria especial.

Se a Previdência Social determinar que aquele trabalhador tem direito à aposentadoria especial, a empresa deve recolher todas as alíquotas de contribuição destinadas ao financiamento do benefício.

As empresas podem ser multadas caso não possuam o LTCAT?

A empresa que não mantiver laudo técnico atualizado com referência aos agentes nocivos existentes no ambiente de trabalho ou que emitir documento de comprovação de efetiva exposição em desacordo com o respectivo laudo, estará sujeito a penalidades previstas em lei.

A comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos deve ser feita em formulário estabelecido pelo INSS, emitido pela empresa ou seu preposto, com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho.

Obrigatoriedade do LTCAT

Segundo a Lei Nº 9.732 , DE 11 DE DEZEMBRO DE 1998 no artigo 57, parágrafo 1º faz menção:

A comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos será feita mediante formulário, na forma estabelecida pelo Instituto Nacional do Seguro Social — INSS, emitido pela empresa ou seu preposto, com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho.

Quem pode elaborar o LTCAT?

De acordo com o  § 1º do art. 58 da Lei 8213/91 o LTCAT deve ser expedido pelo médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho, devidamente habilitados.

Qual a validade?

O LTCAT não têm uma validade apenas considerando uma periodicidade.

O mesmo, deve ser atualizado sempre que ocorrer alterações no ambiente de trabalho.

Lembrando que o mesmo não substitui nenhum dos programas como o PPRA, PCMSO, PCMAT ou PGR, o LTCAT é um documento regulamentado pela Previdência Social, sem força substitutiva para um documento sugestionado pelo Ministério do Trabalho.

Qual é a penalidade para quem não realiza o LTCAT?

O decreto nº 3.048, de 06 de maio de 199 – art. 283, Capitulo III estabelece uma multa para empresas que não realizam o LTCAT que vária segundo a gravidade da infração, podendo ser entre R$ 991,03 a R$ 99.102,12.

Esses valores estão atualizados conforme a Portaria MPS nº 727 de 30 de maio de 2003.

Elaboração

O LTCAT é um laudo baseado nos trabalhos de higiene ocupacional.

O laudo, também é elaborado com observação nas questões de insalubridade, por isso sua confecção passa constantemente pela observação da NR-15.

Pela NR-15 podemos encontrar os limites de tolerância de cada agente nocivo, que são tratados no anexo dessa norma, veja:

LTIP - LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE NR15 E NR16

O LTIP – Laudo de Técnico de Insalubridade e Periculosidade

é um documento que avalia as condições do ambiente de trabalho a fim de determinar se o mesmo é insalubre ou não insalubre, verificando os agentes físicos, químicos e biológicos aos quais os trabalhadores estão expostos.

Através da elaboração do LTIP é possível determinar ou não a necessidade de receber o adicional de insalubridade. O documento apresenta também as informações necessárias a NR 16 – Atividades e Operações Perigosas, determinando se os trabalhadores estão expostos a atividades perigosas.

PCA - PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

Consiste em um conjunto de medidas técnicas e administrativas capazes de diminuir, ao longo de seu desenvolvimento, as perdas auditivas decorrente da exposição a altos níveis de pressão sonora no trabalho.

Objetivos e benefícios da realização:

Atender a legislação trabalhista e previdenciária;
Respaldar a empresa nos aspectos legais e nos processos judiciais de reclamações trabalhistas;

Obter ou manter certificações relacionadas à saúde, segurança, qualidade e ao meio ambiente;

Adequar os gastos da empresa com adicionais de insalubridade e aposentadoria especial;

Estabelecer medidas preventivas, eficazes para diagnóstico precoce e estabilização dos casos de perdas auditivas ocupacionais;
Melhorar a qualidade de vida dos colaboradores conservando a audição;
Identificar colaboradores com problemas de ouvido e audição não relacionados ao trabalho, encaminhando-os para adequado diagnóstico, tratamento e documentação do caso.

PAE - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA

O Plano de Ação de Emergência – PAE, é parte integrante de um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)

de modo que as tipologias acidentais, os recursos e as ações necessárias para minimizar os impactos possam ser adequadamente dimensionadas.

O PAE é o documento onde são estabelecidas as possíveis emergências dentro e fora das instalações, e devem ter detalhamento de procedimentos técnicos e organizacionais para reduzir os efeitos e danos às pessoas, propriedade, e ao meio ambiente.

Independentemente das ações preventivas previstas no PGR, um Plano de Ação de Emergência (PAE) deve ser elaborado e considerado como parte integrante do processo de gerenciamento de riscos.

AET - ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO

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A Análise Ergonômica dos postos de trabalho existentes na empresa é realizada através da vistoria técnica de profissional habilitado.

tem como finalidade formar parâmetros para adaptação das condições de trabalho dos colaboradores às suas características psicofisiológicas, oferecendo o máximo de conforto, eficiência de desempenho e segurança do trabalho. A realização é feita a cada alteração de mobiliário ou alteração no ambiente de trabalho.

Nossa equipe de profissionais desenvolve ações que levam em consideração aspectos antropométricos, biomecânicos e psicofisiológicas, equipamentos, mobiliário, ambiente, comunicações existentes entre os elementos de um sistema, a transmissão dessas informações, o processamento, a tomada de decisões, organização do trabalho e suas condições, incluindo aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais. Para avaliar a adaptação dessas condições às características psicofisiológicas dos colaboradores, a empresa deve realizar a Análise Ergonômica do Trabalho (AET). 

Abordando as regras estabelecidas na Norma Regulamentadora (NR-17 da Portaria nº 3751 de 23 de novembro de 1990 do Ministério do Trabalho).

A ergonomia é parte integrante das normas regulamentadoras e deve estar articulada com as demais normas de Segurança e Medicina do Trabalho, em particular com o Programa de Controle Médico da Saúde Ocupacional – PCMSO – e Programa de Gerenciamento de Riscos / Gerenciamento de Riscos Ocupacionais – PGR / GRO

PPP - PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO

Constitui-se em um documento histórico-laboral do trabalhador que reúne, entre outras informações, dados administrativos, registros ambientais e resultados de monitoração biológica,

durante todo o período em que este exerceu suas atividades na respectiva empresa. Tendo sua elaboração obrigatória a partir de 01.01.2004 (data fixada pela IN INSS/DC 96/2003) o PPP tem por objetivo primordial fornecer informações para o trabalhador quanto às condições ambientais de trabalho, principalmente no requerimento de aposentadoria especial.Em decorrência da IN INSS 118/2005, a partir de 1º de janeiro de 2004, a empresa ou equiparada à empresa ficou obrigada a elaborar o PPP, conforme anexo XV da referida Instrução, de forma individualizada para seus empregados, trabalhadores avulsos e cooperados. Atualmente, a Instrução Normativa INSS 77/2015,

alterada pela Instrução Normativa INSS 85/2016, é que estabelece as instruções de preenchimento e o modelo do formulário do PPP. O PPP deve ser preenchido, atualizado e entregue ao trabalhador no momento da rescisão de contrato de trabalho, especificando se o mesmo esteve sujeito aos agentes nocivos à saúde durante o contrato de trabalho, sob pena de multa mínima, de acordo com o art. 283 do Decreto 3.048/99 e da Portaria Interministerial MPS/MF 15/2018.

NR-5 - CIPA

Para formar a CIPA, deve-se passar por um processo de eleição, no qual se escolhem os representantes da comissão.

O empregador é o responsável pela convocação das eleições para formação da CIPA, respeitando o prazo mínimo de 60 dias antes que termine o mandato atual.

A empresa precisa fazer uma comunicação ao sindicato da categoria profissional, alertando sobre o começo desse período. Leia o post e veja como funciona o processo eleitoral da CIPA! A CIPA é formada por representantes dos empregados e também do empregador, sendo estes indicados pelo mesmo, titulares e suplentes. O dimensionamento é previsto no Quadro 1 da NR 5.

OS - ORDEM DE SERVIÇO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

A Ordem de Serviço de Segurança (OSS) do trabalho é um documento obrigatório da área de Segurança e Saúde do Trabalho emitido pelo empregador, cujo objetivo é instruir os empregados

quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais, conforme Art. 157, inciso II, LEI Nº 6.514, DE 22 DE DEZEMBRO DE 1977.

A OSS é um mecanismo utilizado para informar e conscientizar os trabalhadores sobre os riscos profissionais que estão expostos no ambiente ou local de trabalho. Além disso, permite detalhar por meio de um procedimento de segurança do trabalho as peculiaridades de cada atividade profissional e as medidas de ordem geral (coletivas) e equipamentos de proteção individual adotados para a proteção contra acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho.

NR-20 - IMPLEMENTAÇÃO E PRONTUÁRIO

O prontuário de instalações da NR-20 é um conjunto de documento que serve para identificar os possíveis riscos em ambientes onde são realizadas atividades com inflamáveis e/ou líquidos combustíveis.

CONTEMPLA:

Projeto da Instalação;
Procedimentos Operacionais;
Plano de Inspeção e Manutenção;
Análise de Riscos;
Plano de prevenção e controle de vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões e identificação das fontes de emissões fugitivas;
Certificados de capacitação dos trabalhadores;
Análise de Acidentes;
Plano de Resposta a Emergências.

SIPAT - SEMANA INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO

A SIPAT é uma Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho, onde toda a empresa que tem uma CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho

Organiza uma semana especial com foco em mostrar e conscientizar os funcionários sobre quais são os atos de segurança necessários nos locais de trabalho que podem ser fundamentais para a realizações dos trabalhos de forma normal.

O seu objetivo primordial fazer com que as pessoas responsáveis pela empresa, com cargos de chefias, ou que atuam no segmento de segurança do trabalho (integrantes da CIPA e etc), possam perceber a necessidade de se manter sempre viva na mente dos funcionários as diversas questões que envolvem a segurança do trabalho.Para que os colaboradores possam executar suas tarefas todos os dias de modo conciso sem acidentes,

é necessário mostrar todos os procedimentos corretos de segurança, como o uso correto das máquinas, compreender normais e legislações vigentes, quais os cuidados em manusear alguns produtos e etc. Sendo assim, o SIPAT é mais uma ferramenta útil para que cada ocorra cada vez menos acidentes dentro do âmbito profissional, atualizando os colaborares sobre qual a melhor forma de atuar na sua área, gerando segurança e estabilidade.

APR (ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO)

Análise Preliminar de Risco é a sigla de APR que é uma das ferramentas da Segurança do Trabalho para prevenir acidentes de trabalho.

Existem alguns ambientes de trabalho que oferecem mais riscos aos funcionários, pela função exercida. Para evitar que algum acidente ocorra e o colaborador seja lesionado, existem diversas ferramentas desenvolvidas pela segurança do trabalho que evitam tais acontecimentos. Uma dessas ferramentas é a APR, que você poderá conhecer melhor abaixo.

APR significa Análise Preliminar de Riscos e consiste em uma ferramenta que identifica possíveis riscos no local de trabalho e cria estratégias e alternativas para evita-los.

Para isso, a APR faz uma análise de cada etapa das atividades exercidas dentro de uma empresa e encontra os erros que costumam acontecer. Assim, ela pode indicar melhores maneiras de praticar determinada função e diminuir os riscos de acidentes.

  Engenharia Mecânica

Laudo de NR-12

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Laudo de NR-12

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Laudo de NR-12

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Laudo de NR-12

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Laudo de NR-12

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Laudo de NR-12

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Laudo de NR-12

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  Engenharia Elétrica

LAUDO NR 10

O Laudo NR10 é um relatório técnico, elaborado por um engenheiro eletricista após as inspeções in loco, que contém as descrições das medidas de controle e sistemas preventivos adotados nas empresas,

de forma a garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores que, indireta ou diretamente, interajam em instalações elétricas e/ou serviços com eletricidade.

A Token Engenharia elabora o laudo da NR10 para o seu empreendimento em qualquer lugar do BRASIL.

05 itens que compõem o Laudo NR10. Em empresas / Indústrias com carga instalada superior a 75kW, o laudo da Norma regulamentadora 10 contempla a elaboração / análise dos seguintes documentos:

1. Laudos técnicos periódicos Relatório Técnico das Inspeções – RTI Laudo das instalações elétricas de média tensão (NBR 14039); Laudo das instalações elétricas de baixa tensão (NBR 5410); Diagnóstico de NR-10; Laudo do sistema de proteção contra descargas atmosféricas – SPDA; Laudo do sistema de Aterramento; Relatório de inspeção termográfica. 2. ​Projetos Obrigatórios: Diagramas unifilares; Projeto de SPDA e Aterramento; Projeto de prevenção e combate a incêndio; Procedimentos e instruções técnicas.
3. Controle documental dos EPI’s;
4. Controle documental dos trabalhadores;
5. Controle documental dos EPC’s.

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PROJETOS ELÉTRICOS

Um Projeto Elétrico é a previsão escrita da instalação, com todos os seus detalhes, localização dos pontos de utilização da energia elétrica, comandos, trajeto dos condutores, divisão em circuitos, seção dos condutores, dispositivos de manobra, carga de cada circuito, carga total, etc.

De uma maneira geral, o projeto compreende quatro partes :
• Memória, em que o projetista justifica, descreve a sua solução;
• Conjunto de plantas, esquemas e detalhes que deverão conter todos os elementos necessários à perfeita execução do projeto;
• Especificações, onde se descreve o material a ser usado e as normas para a sua aplicação;
• Lista de Materiais, onde é levantada a quantidade de materiais.

Vantagens de um Projeto Elétrico em sua obra :
• Economia, na aquisição de matérias;
• Economia na execução das instalações;
• Segurança das suas instalações;
• Dimensionamento correto e personalizado para as suas necessidades;
• Previsão de consumo para melhor rendimento do mesmo;
• Entre outras várias vantagens.

Desvantagens ao não ter um Projeto Elétrico em sua obra :
• Super-dimencionamento de circuitos;
• Sub-dimensionamento de circuitos;
• Falta de segurança nas instalações;
• Custos ficam mais elevados devido ao super-dimencionamento;
• Instalações desconformes as normas vigentes;
• Difícil execução.

Os projetos elétricos são dimensionados de acordo com as necessidades do cliente, e adequados em sua perfeita otimização a fim de trazer um melhor conforto e interação na sua utilização. Apresentam-se :
1-MEMORIAIS DE CÁLCULO;
2-QUADRO DE CARGA e suas especificações;
3-DIAGRAMA UNIFILAR;
ENTRE OUTRAS.

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RELATÓRIO TÉCNICO DAS INSPEÇÕES - RTI

O RTI é um relatório técnico feito nas instalações elétricas com base nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, ABNT, cuja a finalidade é demonstrar as condições encontradas, sendo :

-Laudo das instalações elétricas de média tensão, com base na NBR 14039:2005 é feito em instalações elétricas com tensão nominal de 1,0 kV a 36,2 kV;
-Laudo das instalações elétricas de baixa tensão, com base na NBR 5410:2004 é feito em instalações elétricas com tensão nominal igual o inferior a 1,0 kV CA (Corrente Alternada) ou 1,5 kV CC (Corrente Contínua).
-Quais os 12 pontos verificados no laudo das instalações elétricas de Média Tensão – RTI?
-Medidas de proteção contra choques elétricos, incluindo medições de distância relativas à proteção por barreiras ou invólucros, por obstáculos ou pela colocação fora de alcance;
-Presença de barreiras contra fogo e outras precauções contra propagação de incêndio e proteção contra efeitos térmicos;
-Seleção de condutores, de acordo com sua capacidade de condução de corrente e queda de tensão;-Escolha e ajuste dos dispositivos de proteção e monitoramento, visite nossa pagina sobre coordenação e seletividade para entender mais sobre o assunto;
-Presença de dispositivos de seccionamento e comandos, corretamente localizados;

-Identificação dos circuitos, dispositivos fusíveis, disjuntores, seccionadores, terminais, transformadores dentre outros;
-Correta execução das conexões;
-Conveniente acessibilidade para operação de manutenção;
-Medição das distâncias mínimas entre fase e neutro.
-Quais os 10 pontos verificados Laudo das instalações elétricas de Baixa Tensão – RTI?
-Medidas de proteção contra choques elétricos;
 -Medidas de proteção contra efeitos térmicos;
-Seleção e instalação das linhas elétricas;
-Seleção, ajuste e localização dos dispositivos de proteção;
-Presença dos dispositivos de seccionamento e comando, sua adequação e localização;
-Adequação dos componentes e das medidas de proteção às condições de influências externas existentes;
-Identificações dos componentes;
-Presença das instruções, sinalizações e advertências requeridas;
-Execução das conexões;
-Acessibilidade para manutenção e operação.-Seleção dos componentes e das medidas de proteção de acordo com as influências externas;
-Identificação dos condutores neutro e de proteção;
-Presença dos diagramas unifilares, esquemas elétricos, avisos e outras informações similares;

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PROJETO DE ATERRAMENTO ELÉTRICO

Toda instalação elétrica de média e baixa tensão (instalações elétricas industriais e residenciais) para funcionar de forma adequada e ser suficientemente segura contra risco de acidentes com danos físicos e/ou materiais, deve possuir um sistema de aterramento dimensionado adequadamente para as condições de cada projeto.

Um sistema de aterramento elétrico visa, principalmente: Proteção das instalações contra descargas atmosféricas; Segurança de atuação das proteções; Proteção do indivíduo contra contatos com partes metálicas da instalação energizadas acidentalmente; Uniformização do potencial em toda área do projeto, prevenindo contra lesões perigosas que possam surgir durante uma falta fase terra. Temos uma equipe qualificada, formada por engenheiros e técnicos, para fornecer as soluções mais seguras, com o melhor custo x benefício, tanto para instalações elétricas residenciais quanto industriais.

Para saber mais sobre Projeto de Aterramento Elétrico entre em contato conosco e conheça as nossas soluções.

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PROJETO DE ILUMINAÇÃO INDUSTRIAL

Um projeto de iluminação industrial requer um estudo apurado para indicar a solução mais conveniente em função das atividades desenvolvidas, da arquitetura do prédio, do risco de explosão e de outros detalhes peculiares a cada ambiente.

Nos projetos de iluminação industrial, existem diversos tópicos a serem considerados a fim de proporcionar custos operacionais mais baixos do ponto de vista energético e de manutenção. Dentre as principais oportunidades de economia estão presentes a escolha do conjunto lâmpadas e luminárias, a definição de sua altura de fixação, os automatismos de comando (sensores de presença, temporizadores e sensores de iluminação), a distribuição dos circuitos elétricos, o aproveitamento da iluminação natural e a localização dos interruptores para atender às necessidades de iluminação do local e de seus usuários.

Pontos Fundamentais para Projeto de iluminação industrial Um bom projeto de iluminação industrial, em geral, requer a adoção dos seguintes pontos fundamentais:

Nível de iluminamento suficiente para cada atividade especifica; Distribuição espacial da luz sobre o ambiente; Escolha da cor da luz e seus respectivos rendimentos; Escolha apropriada dos aparelhos de iluminação; Tipo de revestimento do piso e das paredes; Iluminação de acesso. Para saber mais sobre projeto de iluminação industrial, entre em contato conosco e conheça as nossas soluções.

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LAUDO DE ÁREA CLASSIFICADA

O Laudo de Área Classificada é um procedimento que consiste em classificar as áreas de uma empresa, visando detalhar os lugares que podem ter presença de gases ou vapores inflamáveis a fim de permitir a instalação correta de equipamentos em geral nessas áreas sem que haja o risco de explosões e incêndios.

O laudo de área classificada também pode :

– Identificar as Áreas Classificadas e separá-las em classes, grupos e divisões de gases/vapores/poeiras, etc.;
– Especificar equipamentos elétricos;
– Desenvolver medidas preventivas para minimizar os riscos de incêndio e explosões;
– Controlar riscos no ambiente de trabalho, uma vez que o laudo irá recomendar medidas de caráter individual ou coletivo para controlar os riscos;
A Contratto oferece o serviço de laudo de área classificada feito por profissionais altamente experientes e devidamente certificados. Fazemos tudo de acordo com as necessidades do cliente a fim de oferecer um atendimento de qualidade.
Entre em contato conosco agora mesmo. Ligue ou preencha o formulário de contato ao lado e em breve retornaremos você com a melhor solução.

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PRONTUÁRIO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

O PIE, ou Prontuário das Instalações Elétricas conforme NR10 é um conjunto de documentos técnicos desenvolvido e mantido por um profissional legalmente habilitado (Engenheiro Eletricista) junto com a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), que possui o objetivo de garantir a segurança das empresas e seus trabalhadores ao implementar medidas de controle e sistemas preventivos nas instalações elétricas e serviços com eletricidade.

O PIE deve sempre estar atualizado, em local de fácil acesso e disponível em versão impressa para consultas da equipe de eletricistas e fiscais do Ministério do Trabalho.

Quais são os itens / documentos obrigatórios do PIE (Prontuário das Instalações Elétricas) – NR10 Além da ART(CREA) é parte integrante do cumprimento dos itens obrigatórios no PIE (Prontuário das Instalações Elétricas) da NR10, conforme os itens da NR10 10.2.4 e 10.2.5, são eles:

a) conjunto de procedimentos e instruções técnicas e administrativas de segurança e saúde, implantadas e relacionadas a esta NR e descrição das medidas de controle existentes

b) documentação das inspeções e medições do sistema de proteção contra descargas atmosféricas e aterramentos elétricos

c) especificação dos equipamentos de proteção coletiva e individual e o ferramental, aplicáveis conforme determina esta NR

d) documentação comprobatória da qualificação, habilitação, capacitação, autorização dos trabalhadores e dos treinamentos realizados

e) resultados dos testes de isolação elétrica realizados em equipamentos de proteção individual e coletiva;

f) certificações dos equipamentos e materiais elétricos em áreas classificadas

g) relatório técnico das inspeções atualizadas com recomendações, cronogramas de adequações, contemplando as alíneas de “a” a “f”

Outro item importante e que faz parte do PIE NR10 é o item 10.2.3 que menciona:

10.2.3 As empresas estão obrigadas a manter esquemas unifilares atualizados das instalações elétricas dos seus estabelecimentos com as especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção.

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PROJETO DE SPDA

Elaboramos projetos de SPDA (para-raios) utilizando softwares e equipamentos de última geração para regularização de sua instalação a fim de garantir segurança para pessoas e patrimônio, contra descargas atmosféricas em geral.

Em nosso país temos uma média de 50 milhões de raios por ano segundo levantamento do INPE, onde o mesmo pode acarretar muitas mortes caso tenha um sistema de segurança de baixa eficiência, principalmente em indústrias e locais com redes elétricas de amplo alcance. Por isso a elaboração de um projeto com todos os requisitos da norma (a saber: cálculo de eficiência do SPDA, abrangência, classificação, tipos de proteção, informações de resistividade do solo, estratificação, entre outros) é de sumária importância e deve estar sempre acompanhada com a ART do responsável técnico pelo projeto, realizada geralmente por um engenheiro eletricista, devendo todas as etapas serem validades pelo laudo de spda após a instalação.

Todos os nossos projetos são criados por engenheiros eletricistas, que seguem os padrões exigidos pela norma regulamentadora ABNT NBR 5419:2015, se fazendo necessário a realização anual periódica de inspeção e emissão dos laudos de spda para prevenção e implementação de possíveis melhoras nas instalações.

Somos especializados em instalações elétricas comerciais, residenciais e industriais e para o começo da criação do seu projeto, converse com a nossa empresa solicitação uma cotação sem compromisso agora mesmo!

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LAUDOS DE ATERRAMENTO ELÉTRICO

O laudo de aterramento elétrico visa proteger o usuário de equipamentos contra qualquer tipo de descarga, seja ela atmosférica ou mesmo de eletricidade estática. Um aterramento bem dimensionado auxilia inclusive o funcionamento dos dispositivos de proteção instalados em uma edificação (fusíveis, disjuntores, DRs, etc) ou mesmo os dispositivos projetados para os equipamentos como No-Breaks, Retificadores, Inversores, Chaves Estáticas, etc.

Elaboramos o laudo de aterramento elétrico visando conferir as características de segurança do aterramento elétrico existente, com realização de análises e medições ôhmicas, de forma a detalhá-lo em pontos significativos e disponibilizar os recursos adequados para resolvê-lo ou melhorá-lo, e assim garantir a segurança do usuário ou colaborador (o MTE através de suas NR`s estabelece os parâmetros de segurança relacionados aos diversos tipos de atividades, sendo que o laudo de aterramento complementa e faz parte de diversas dessas medidas).

Todos os laudos de aterramento elaborados são assinados por engenheiros eletricistas, seguem as normas da ABNT e Internacionais vigentes de padronização e segurança, em conformidade com as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e utilizam equipamentos de primeira linha, testados, certificados e calibrados anualmente, com rastreabilidade pelo INMETRO.

Converse com a nossa empresa e comece a discutir a sua necessidade agora mesmo! Desenvolvemos laudos em diversas áreas para instalações elétricas comerciais, residenciais e industriais, para as mais variadas aplicações e finalidades.

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PROJETO DE EFICIÊNCIA LUMINOSA

A iluminação é um fator determinante para a boa produtividade no ambiente de trabalho e para as vendas dos produtos expostos nos estabelecimentos comerciais. Em um local bem iluminado há menos fadiga, menor incidência de erros, redução de problemas com a visão, conforto visual, melhor desempenho visual das atividades e realce das texturas e cores através da reprodução com fidelidade.

Principais componentes do sistema e da instalação elétrica Luminária: Principal item para aplicação da revitalização, podendo ser substituída ou reformada. É importante verificar seu estado de conservação, possibilidades de reforma e forma de fixação. Recomenda-se a retirada de uma luminária, de cada modelo, para subsidiar os estudos junto ao fabricante que irá fornecer as luminárias eficientes para a revitalização;

Lâmpada: Deve ter seu tipo e fabricante anotados para a avaliação do rendimento no sistema atual. Grandezas tais como, temperatura de cor, índice de reprodução de cor, fluxo luminoso, potência e eficiência energética devem ser levantadas através de consultas a catálogos de fabricantes;

Reator: Elemento responsável pela quase totalidade das perdas no sistema atual. Deverão ser verificados seus modelos, fabricante, tensão nominal, fator de potência e perdas nominais

Eficiência Luminosa Um fator de suma importância, que é contemplado nos trabalhos feitos pela SSTGO é a Eficiência Luminosa. Mas afinal o que é Eficiência Luminosa?

É a relação entre o fluxo luminoso emitido e a energia elétrica consumida por unidade de tempo (potência) por uma fonte de luz. Quanto maior a eficiência luminosa de uma lâmpada e equipamentos, menor seu consumo de energia.

Um projeto de iluminação eficiente deve começar com uma análise criteriosa do ambiente em projeto, abordando os seguintes itens:
Características do ambiente;

Componentes do sistema e da instalação elétrica;
Forma e horário de funcionamento;
Nível de iluminância nos planos de trabalho;
Faixa etária das pessoas que trabalham no local;
Facilidade e menores custos de manutenção;
Combinar iluminação natural com artificial;
Tarifa de energia.
Determinação dos objetivos da iluminação e dos efeitos que se pretende alcançar;
Apuração de dados pertinentes ao ambiente;
Análise dos Fatores de Influência na Qualidade da Iluminação;
Cálculo da iluminação geral;
Adequação dos resultados ao projeto;
Cálculo da iluminância média;
Definição dos pontos de iluminação;
Avaliação do consumo energético.
Para saber mais sobre Instalação de Iluminação Industrial e Comercial, entre em contato conosco e conheça as nossas soluções.

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PAINEL ELÉTRICO

O painel elétrico é um conjunto de manobras e controles centralizados em algum ponto de um sistema com o objetivo de controlar e direcionar a energia para toda a rede de equipamentos envolvida.

A SSTGO projeta, fábrica e instala todos os modelos de painéis elétricos que o cliente precisar :

Painel elétrico do tipo armário; Painel elétrico do tipo multicolunas; Painel elétrico do tipo mesa de comando; Painel elétrico do tipo autoportante. O serviço de Fabricação de painel elétrico é feito após uma visita técnica in loco, para se entender todas as necessidades do cliente. Após esta etapa, é feita uma proposta, com um diagrama que atenda todas as normas técnicas, como a NBR 5410, NR10, dentre outras.

A SSTGO trabalha com todos os tipos de painéis elétricos, como:

Painéis elétricos para distribuição e subdistribuição de energia elétrica, necessário para organizar a entrada de energia elétrica em um espaço e a distribuição da mesma para todos os pontos de consumo e circuitos que estão conectados ao painel;

Painéis elétricos para comando e controle, painéis para CLP’s, IHM (Interface Homem-Máquina) e Sistemas Supervisórios, esses painéis são usados em máquinas que apresentam uma série de necessidades de comandos; Painéis elétricos para acionamento e drivers, painéis usados para controlar máquinas, com o diferencial que apresentam vários tipos de conversores, como CA-CC, dentre outros. Para saber mais sobre projeto, instalação e fabricação de painel elétrico, entre em contato conosco e conheça as nossas soluções. Painéis elétricos para centro de comando de controle, cuja função é oferecer ao operador todos os controles que realizam a partida em um motor, incluindo dispositivos programáveis em máquinas controladas, muito comum em ambientes industriais e comerciais;

A SSTGO está sempre pronta para esclarecer dúvidas, ouvir sugestões e atender solicitações.

ESTUDO DE QUALIDADE DE ENERGIA

Quando qualquer sistema elétrico falha em cumprir sua finalidade, é hora de investigar o problema, encontrar a causa e iniciar a ação corretiva. O objetivo do sistema de distribuição elétrica é apoiar a operação adequada das cargas. Quando uma carga não funciona adequadamente, a Qualidade da Energia Elétrica no sistema deve ser suspeita como uma causa possível. Seja para fins de solução de problemas ou para obter dados de linha de base, a medição / análise dos parâmetros do sistema elétrico é fundamental para manter as suas instalações funcionando com uma boa eficiência.

Porque fazer o Estudo de Qualidade de Energia?
A qualidade da energia é um ponto críticos nas instalações industriais, bem como uma das principais áreas inexploradas de redução de despesas e ganho econômico nos negócios atuais. Cabeamento inadequado, aterramento incorreto, cargas desbalanceadas ou equipamentos mal dimensionados provavelmente enviarão ruídos elétricos através do sistema que podem comprometer a qualidade da energia.
Qual o Objetivo do Estudo de Qualidade de Energia?
Listamos 12 objetivos principais, sendo:

A análise de inconsistências entre as cargas e o sistema;
A avaliação do ambiente elétrico em uma parte da instalação, a fim de melhorar os métodos de modelagem ou criar uma referência de qualidade de energia;
Melhorar o fator de potência e a eficiência do sistema;
Evitar avarias e interrupções na produção;
Evitar o consumo excessivo de energia;
Remover Harmônicas, Picos e Transientes da Rede Elétrica;
Evitar flutuações de tensão / frequência e desligamento do PLC;
Evitar o superaquecimento do transformador, a queima do capacitor, o desengate de modo geral;
Economizar nas faturas de energia devido à redução das perdas;
Aumentar da Qualidade da Produção, devido a redução nas interrupções;
Aumento na vida útil dos componentes elétricos;
Maximizar a capacidade de distribuição da planta.
Quais os sinais de Baixa Qualidade de Energia?
Queima de Motores;
Controles / Displays reiniciando e Perda de Memória dos supervisórios;
Problemas no fator de potência e penalidades na conta de energia;
Falha nos Transformadores.
Qual o foco do Estudo de Qualidade de Energia?
Medidas e coletas de dados no sistema de energia.
Esses valores são obtidos em locais diferentes por toda a planta para permitir a modelagem precisa do sistema elétrico inteiro

RMS atual do sistema:

Potência ativa e reativa; Fator de Potência (Instantâneo); Medições harmônicas juntamente com filtragem harmônica específica em condições normais de operação; Melhoria de tensão e estudo de estabilidade; Estudo de balanceamento trifásico; Liberação de capacidade do sistema em KVA; Requisito de redução de harmônicos de faixas, se houver.
2. Análise das Harmônica
Analisar as correntes harmônicas e os métodos de redução.

3. Picos e Análise Transitória
Esta análise registrará o transitório e os surtos.

4. Análise de sobrecargas de voltagem
Essa análise registrará a variação na tensão.

5. Análise de Potência Reativa
Esta análise calculará a potência reativa no sistema elétrico e nas cargas.

6. Análise de Potência Ativa
Essa análise calculará e sincronizará a energia ativa de modo a atender às demandas e diminuir a sobretaxa de consumo.

7. Análise de fluxo de carga
Essa análise prevê as grandezas do fluxo de energia, o fator de potência, os níveis de tensão e as perdas nas ramificações do sistema com base nas condições de operação especificadas.

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CONTRATAR VOLTAR INÍCIO
MANUTENÇÕES CORRETIVAS ELÉTRICAS

Possuímos os profissionais mais qualificados da região, com larga experiencia em Manutenções Corretiva elétricas, contamos ainda com os melhores software e equipamentos do mercado, para oferecer todo tipo de manutenção nos mais diversos equipamentos, como:

Chaves seccionadoras;
Transformador de força a seco e a óleo;
Transformado de potencial, TP;
Transformador de corrente, TC;
Disjuntor a vácuo, a óleo e a gás SF;
Barramentos, cabos e muflas;
Para-raios;
Painéis elétricos
Painel de medição;
Quadro de baixa tensão;
Banco de capacitores;
Relé de proteção primaria e secundaria;
Malha aterramento.

A SSTGO Engenharia apresenta um novo conceito de prestador de serviço, onde acreditamos em uma relação justa entre todas as partes de um negócio. Por isso executamos os nossos serviços com profissionais realmente capacitados, com softwares e equipamentos de ponta, por um preço justo.

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ESQUEMA UNIFILAR NR 10

O Esquema Unifilar NR 10 é elaborado conforme exige as normas regulamentadoras e técnicas, quanto a existência de esquemas unifilares elétricos atualizados com a especificação do aterramento e com dispositivos de proteção.

Nesta etapa de trabalho são verificados detalhadamente os circuitos elétricos visando a elaboração dos esquemas unifilares elétricos.

O que é Esquema Unifilar ?

Trata-se do documento técnico especializado e, portanto, deve ser elaborado por um profissional habilitado, assim considerando aquele que atende ao estabelecido no item 10.8 desta NR-10, isto é, um técnico de nível médio ou engenheiro eletricista. Esquema Unifilar são desenhos técnicos representativos de forma simplificada do sistema elétrico da empresa, abrange desde a origem da instalação até os quadros de distribuição de circuitos.

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  Engenharia Ambiental Sanitária

EMPREENDIMENTOS (INDUSTRIA E OUTROS)
Elaboramos projetos e estudos necessários para o licenciamento ambiental destas atividades como:
O Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA);
O Memorial de Caracterização do Empreendimento (MCE);
O Memorial de Caracterização de Loteamento (MCL);
O Estudo de Impacto de Vizinhança/Relatório de Impacto da Vizinhança (EIV-RIV);
O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS);
O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS);
O Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC);
O Plano de Gestão Ambiental (PGA);
O Plano de Controle Ambiental (PCA);
O Relatório de Controle Ambiental (RCA);
O Laudo de Emissões Atmosféricas;
O Laudo dos Efluentes Brutos e Tratados, a Montante e Jusante;
O Planos Básicos Ambientais (PBA’s):•
O Levantamento Planialtimétrico;
O Mapa de Delimitação da Bacia Hidrográfica;
O Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD);
O Execução de PRAD;
O Declaração Anual de Resíduos Sólidos (DARS);

O Certificado de Destinação de Resíduos Sólidos (CDRS);
O Plano de Emergência e Contingência (PEC);
O Estudo Hidrológico;
O Estudo Geológico;
O Investigação de Passivo Ambiental
O Projeto e Execução dos Poços de Monitoramento;
O Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR);
O Geoprocessamento;
O Agrimensura e Topografia;
O Assessoria técnica e jurídica em defesas administrativas de autos de infrações (multas) e embargos; O Cadastro Técnico Estadual (CTE);
O Cadastro Técnico Federal (CTF);
O Registro de consumidor de produtos e subprodutos florestais “lenha, cavacos, e outros”;

O Loteamentos;
O Perícia Ambiental e Judicial;
O Gestão da Qualidade e Ambiental com Auditorias.

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FLORESTAL
Executamos os seguintes procedimentos e atividades:
O Cadastro Ambiental Rural (CAR);
O Declaração de Viabilidade Ambiental (DVA)
O Inventário Florestal
O Averbação de Reserva Legal;
O Reposição Florestal e Compensação Ambiental;
O Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), e outros.
O objetivo é apoiar o empreendedor ou PRODUTOR RURAL através de mecanismos que promovam a preservação ambiental.

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OUTORGA DE USO DA ÁGUA
Prestamos serviços para obtenção de outorga de uso de água de diversas fontes e finalidades como:
 
O Outorgas de Águas Subterrâneas (Teste de Bombeamento até 24 h, Anexo da SEMARH, Relatório Fotográfico, Perfil Litológico, Perfil Construtivo, Mapa Geológico e Laudo Geológico)
O Outorgas de Águas Superficiais (Medição da Vazão, anexo da SEMARH e Relatório Fotográfico);
O Barramento;
O Outorgas de Águas Subterrâneas (Teste de Bombeamento até 24 h, Anexo da SEMARH, Relatório Fotográfico, Perfil Litológico, Perfil Construtivo, Mapa Geológico e Laudo Geológico)
O Outorgas de Águas Superficiais (Medição da Vazão, anexo da SEMARH e Relatório Fotográfico);
O Barramento;

NOSSO TRABALHO:

O trabalho Ambiental começa na realização de levantamento in loco, elaboração de estudos necessários, protocolização de processo e acompanhamento até emissão da outorga.

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MINERAÇÃO
Desenvolvemos atividades necessárias para regularização de atividades minerais junto ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH), Secretarias Municipais de Meio Ambiente e Prefeituras.
o Plano de Lavra;
o Plano de Pesquisa;
o Requerimento de Guia de Utilização;
o Requerimento de Registro;
o Requerimento de Licença;
o Requerimento de Pesquisa;
o Requerimento de Água Mineral;
o Alvará Final de Pesquisa;
o Seção Parcial e/ou Seção Total de Direito;
o Plano de Aproveitamento Econômico (PAE);
o Relatório Anual de Lavra (RAL);

Para a SEMARH, Secretarias Municipais de Meio Ambiente e Prefeituras são elaborados Planos de Controle Ambiental e Relatório de Controle Ambientais para obtenção dos licenciamentos ambientais específicos.

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SERVIÇOS PÚBLICOS

Prestamos serviços para licenciamento de obras públicas como:

o Loteamentos;
o Sondagens de Simples Reconhecimento de Solo;
o Teste de Percolação (Infiltração) do Solo;
o Planos Diretores Municipais;
o Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB);
o Plano Local de Habitação de Interesse Social (PLHIS);
o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS);
o Plano Municipal de Desenvolvimento Sustentável (PMDS);
o Política Municipal de Meio Ambiente (Descentralização Ambiental);
o Relatório de Asfaltamento de Vias Urbanas (RAVU);
o ICMS Ecológico;
o Licenças Ambientais;
o Projetos em Geral.
O objetivo é de obter os licenciamentos ambientais e outorgas de uso da água obrigatórios.

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PISCICULTURA
Desenvolvemos projetos ambientais a serem aprovados junto aos Órgãos Ambientais competentes para obtenção da OUTORGA DE USO DA ÁGUA e LICENCIAMENTO AMBIENTAL.
– Desenvolvemos projetos sustentáveis para este setor, com o objetivo de realizar estudos de viabilidade técnica e econômica mais adequados ao empreendedor para garantir os resultados esperados.

DIRECIONAMENTO:

– Desta forma, recomendamos o sistema de trabalho mais adequado a ser implantado para esta atividade, além das espécies a serem criadas.

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POSTOS DE GASOLINA

Desenvolvemos todos os procedimentos necessários para obtenção do licenciamento ambiental de postos de combustíveis junto aos órgãos ambientais competentes, sendo desenvolvidos os serviços e projetos abaixo relacionados: – PCA – Plano de Controle Ambiental

um plano de auto-monitoramento ambiental das atividades da empresa deve contemplar todos os programas de controle ambiental (resíduos líquidos, resíduos sólidos, emissões atmosféricas, ruídos, vibrações) e de outros passivos ambientais gerados pelas atividades da empresa, contendo os resultados dos planos gerais propostos para o licenciamento requerido, com a assinatura do responsável técnico pelo sistema de controle ambiental de suas atividades devidamente anotado no CREA/GO;

– Estudo Geológico

do terreno da região onde se insere o empreendimento com análises de solo, contemplando:
– a permeabilidade do solo e o potencial de corrosão;
– Realização de sondagem com no mínimo 03 furos de acordo com as normas NBR 8036 e NBR 15.492, com relatório contemplando a localização das sondagens e as fichas de campo com a descrição das litologias identificadas, indicação da profundidade do nível d`’agua, data da execução da sondagem, cota de cada sondagem, identificação do cliente, endereço e identificação do responsável técnico;
– Planta baixa contemplando localização projetada dos tanques, tubulações (de descarga, de abastecimento e de exaustão de vapores), unidades de abastecimento (bombas), sistema de filtragem de diesel (quando for o caso), projeção da cobertura da área de abastecimento, bacias de contenção (para tanques aéreos), compressores para sistemas de gás natural veicular (GNV), compressores de ar, armazenamento de gás liquefeito do petróleo (GLP), área de lavagem, área de troca de óleo e lubrificação, área de armazenagem ou tanque de armazenamento de óleo queimado, borracharia, depósitos, escritórios e sanitários, lojas de conveniências, poços de monitoramento, poços de captação de água, se houver, edificação com 02 andares piso inferior com lanchonete e loja de pesca e piso superior com hotel e outros, com quadro de legenda;

– Estudo Hidrológico
com croqui de locação do empreendimento e do seu entorno, num raio de 200 m, indicando cursos de água, com definição do sentido de fluxo das águas subterrâneas, a bacia hidrográfica o qual está inserido, poços tubulares profundos, cisternas, considerando as possíveis interferências das atividades com corpos de águas superficiais e subterrâneos e tipo de vegetação, com curvas de nível (com intervalos de um metro no máximo) e coordenadas geográficas do empreendimento;
 
– Teste de estanqueidadeconforme NBR n. 13.784 na periodicidade constante da tabela 1 e relatório de controle de estoque, conforme a Resolução n. 273 (CONAMA, 2000) e Portaria n. 084 (SEMARH, 2005); a empresa que vender os tanques precisa apresentar o teste de estanqueidade dos mesmos realizado antes da instalação, e após a instalação no requerimento da LF precisará fazer novo teste de estanqueidade;
 
– Projeto dos poços de monitoramento
de acordo com a Lei n. 13.583 (GOIÁS, 2000) e ABNT;– Execução do Projeto dos poços de monitoramento, de acordo com a Lei n. 13.583 (GOIÁS, 2000) e ABNT

conforme a Instrução Normativa 007 (SEMARH, 2011) e Lei n. 12.305 (BRASIL, 2010) que é a Política Nacional de Resíduos Sólidos;

– Publicação de RECEBIMENTO

da licença de instalação e funcionamento, conforme a Resolução do CONAMA 006/86;

– Projeto Hidro-Sanitárioconforme ABNT n. 7229 (BRAIL, 1993);

– Plano de Gerenciamento de Riscos – (PGR);

– Outorga de uso dos Recursos Hídricos;

– Publicação de REQUERIMENTOda licença de instalação e funcionamento, conforme a Resolução do CONAMA 006/86;

– PGRS – Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

pH, turbidez, óleos e graxas, sólidos sedimentáveis, DBO, DQO e Oxigênio Dissolvido (OD), surfactantes (MBAS) se possuir lava a jato, metais (PB, ZN, CU, NI, CD, CA e BA) e Hidrocarbonetos totais do petróleo (TPH) se possuir trocador de óleo, e análises das águas dos poços de monitoramento (BTEX e PAH);

– Relatório Técnico Ambiental com as análises de efluentes da caixa de inspeção para os parâmetros:

– Investigação de Passivo Ambiental Nível Iincluindo medidas de Volatile Organic Compounds (VOC) mínimo de 03 furos, conforme a Portaria n. 084 GAB-PRES (Agência Ambiental/2005);

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  Medicina do Trabalho

EXAME ADMISSIONAL

O exame admissional é realizado antes que o trabalhador assuma suas atividades, com base no Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO) objetivando a conclusão sobre a aptidão ou não do candidato de acordo com a função a ser exercida.O exame admissional está baseado em:

Exame clínico: Efetuado por médico do trabalho ou generalista com experiência em saúde do trabalhador.
 
Exames complementares: Definidos conforme a exposição a agentes de risco na função a ser desenvolvida dentro da empresa.

Para maior comodidade da empresa e de seus funcionários levamos nossa equipe de profissionais com qualidade, agilidade e rapidez para dentro de sua empresa.

PRINCIPAIS EXAMES REALIZADOS: A CLÍNICA REALIZA TODOS OS EXAMES SEM A NECESSIDADE DE DESLOCAMENTO PARA OUTROS LOCAIS. EX: CLÍNICA DE RAIO X OU LABORATÓRIO

BENEFICIOS DO PROGRAMA

•Atender a legislação trabalhista e previdenciária;

•Respaldar a empresa nos aspectos legais e nos processos judiciais de reclamações trabalhistas;

Obter ou manter certificações relacionadas à saúde, segurança, qualidade e ao meio ambiente;

RAIOS X COLUNA LOMBO SACRA

RAIOS X COLUNA CERVICAL

RAIOS X COLUNA DORSAL

EXAME CLÍNICO – ASOEXAME TOXICOLÓGICO (PELO, URINA)

EXAMES LABORATORIAIS (TODOS)

ESPIROMETRIA

ELETROENCEFALOGRAMA (EEG)

ELETROCARDIOGRAMA (ECG)

RAIOS-X “PADRÃO OIT”

RAIOS X (PA E PERFIL)

RAIOS X COLUNA TOTAL

AUDIOMETRIA TONAL

ACUIDADE VISUAL

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EXAME DE RETORNO AO TRABALHO

O exame de retorno ao trabalho deverá ser realizado no primeiro dia de volta ao trabalho do empregado ausente por período igual ou superior a 30 dias por motivo de doença ou acidente (de natureza ocupacional ou não),ou parto.

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EXAME DEMISSIONAL

Tem por finalidade avaliar as condições de saúde do empregado, por ocasião de seu desligamento definitivo da empresa, nos casos de demissão motivada (por justa causa) ou imotivada, quando então ocorrerá a rescisão do seu contrato de trabalho.

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EXAME PSICOSSOCIAL

A Avaliação Psicológica é uma ferramenta de análise de grande importância no processo de escolha de um profissional. Em atendimento às Normas Regulamentadoras as empresas deverão realizar a Avaliação Psicossocial dos seus colaboradores que tem como objetivo analisar aspectos clínicos e laborais que compõe o perfil do indivíduo.

Com o objetivo de manter a saúde mental e psicológica dos profissionais das empresas que exercem atividades em espaço confinado e área de risco, tornou-se necessário, além dos exames médicos, a realização da Avaliação Psicológica Psicossocial. Sendo essa avaliação exigência do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE conforme descrito nas Normas Regulamentadoras:

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EXAME PERIÓDICO

É o processo de avaliação que visa identificar moléstias, sinais e sintomas causados ou não pelo exercício das atividades relacionadas ao trabalho.

Os exame periódicos podem ser:

Anual ou intervalos menores:A critério do médico coordenador de PCMSO, ou se notificado pelo médico agente da inspeção de trabalho.
 
A cada dois anos:Para trabalhadores entre dezoito anos e quarenta e cinco anos de idade que não trabalhem em situação de risco.

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EXAME DE MUDANÇA DE RISCO OCUPACIONAL

O exame de mudança de função deverá sempre que houver mudança de atividade do trabalhador para funções de risco diferente daquela inicial, adequando- se a nova função do PCMSO.

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EXAMES COMPLEMENTARES

Para trabalhadores expostos aos riscos de qualquer natureza em seus postos de trabalho os exames complementares de diagnóstico são utilizados com a finalidade de verificar indicadores que possam ser monitorados e interpretados de maneira a evitar o agravamento de moléstias ocupacionais e auxiliar na melhoria das condições de trabalho da empresa e da qualidade de vida do empregado.

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EXAME TOXICOLÓGICO

A lei 13.103 obriga as empresas a realizar os exames toxicológicos de larga janela de detecção nas etapas de pré-admissão e desligamento de motoristas habilitados nas categorias C, D e/ou E contratados em regime CLT.

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  Treinamentos

NR 06 - TREINAMENTO SOBRE USO ADEQUADO DO EPI GUARDA E CONSERVAÇÃO

SOBRE O CURSO
Equipamento Conjugado de Proteção Individual é todo aquele composto por vários dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora – NR, considera-se Equipamento de Proteção Individual – EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador,
destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

O Treinamento de EPI, tem como objetivo instruir e conscientizar os profissionais quanto as formas de uso adequados para os equipamentos de proteção individual, bem como a maneira correta de guardar e conservar, visando maior tempo de vida para os equipamentos e mais segurança e saúde durante a execução dos trabalhos. 

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

CONHEÇA NOSSOS OUTROS CURSOS! 

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NR 18 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO
SOBRE O CURSO O Treinamento da NR18 trata da Segurança e Saúde do Trabalho na Indústria da Construção estabelecendo diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização, que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria da Construção.

O objetivo do Treinamento NR18 é atender as exigências do novo texto da Norma Regulamentadora nº 18 – SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO.

MAIS INFORMAÇÕES


DESCRIÇÃO

Esta Norma Regulamentadora – NR tem o objetivo de estabelecer diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização, que visam à implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria da construção.
Campo de aplicação:
Esta norma se aplica às atividades da indústria da construção constantes da seção “F” do Código Nacional de Atividades Econômicas – CNAE e às atividades e serviços de demolição, reparo, pintura, limpeza e manutenção de edifícios em geral e de manutenção de obras de urbanização.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MíNIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

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NR 32 - SEGURANÇA E SAÚDE EM TRABALHO EM SERVIÇO DE SAÚDE

SOBRE O CURSO Este Curso tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral conforme preconiza a Norma Regulamentadora – NR-32.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO
Para fins de aplicação desta NR entende-se por serviços de saúde qualquer estabelecimento destinado à prestação de assistência à saúde da população, e todas as ações de promoção, recuperação, assistência, pesquisa e ensino em saúde em qualquer nível de complexidade.
 
ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

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NR 32 - PROTEÇÃO RADIOLÓGICA 8HS / 16 HS / 40HS

SOBRE O CURSO O curso vai proporcionar a você ter total conhecimento: Introdução; Importância; Radioproteção; Proteção; Radiológica; Princípios fundamentais; Princípios básicos; Princípios gerais; Conjunto de medidas; Proteção; Efeitos indesejados; Radiação ionizante; Fisica médica; Meio ambiente; Efeitos indevidos; Proteção radiológica; Problemas; Corpo humano; Preparação; Empreendedor; Mercado de trabalho; História; Aumento da produtividade; Perfil; Engajamento; Principais atribuições; Características; Habilidades;

QUAIS AS OPORTUNIDADES: Conseguir reconhecimento; Responsabilidades; Conseguir destaque; Administração do tempo; Liderança no cargo; Vocação; Plano de ação; Novidades; Inovação; Tecnologia; Segurança no trabalho; Remuneração; Ambiente de trabalho; Equipamentos; Acessórios; Relacionamento interpessoal Técnicas, procedimentos, metodologia, oportunidades, criatividade.Conheça novidades, equipamentos, acessórios, sincronismos, esquemas que mais dão certo no Brasil, EUA e na Europa, técnicas consagradas.Capacitação, especialização, aperfeiçoamento e atualização

PÚBLICO ALVO: Profissionais de nível técnico que atuam ou pretendem atuar na área de proteção radiológica, medidores nucleares, irradiação industrial, técnicas analíticas, manutenção de equipamentos de raios-X, entre outras aplicações industriais das radiações ionizantes.Profissionais de nível superior, que atuam ou pretendem atuar como Supervisor de Proteção Radiológica Substituto nos serviços de proteção radiológica das instalações radiativas que atuam nas práticas de medidores nucleares, irradiação industrial, técnicas analíticas ou serviço de manutenção de equipamentos de raios X, conforme Resoluções CNEN-NE-3.02 “Serviço de Radioproteção” e CNEN-NN-3.01 “Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica”.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

Este curso fornece aos candidatos interessados conhecimentos Básicos de Segurança para trabalhos com radiologia sendo o curso teórico e prático sobre proteção radiológica, medidores nucleares, irradiação industrial, técnicas analíticas, entre outras aplicações industriais das radiações ionizantes.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

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A SSTGO está sempre pronta para esclarecer dúvidas, ouvir sugestões e atender solicitações.

E-SOCIAL 1.0 SIMPLIFICADO - SST 2.0 ATUALIZADO COM A IN 128 (INCLUSO AGENTES NOCIVOS E SUAS AVALIAÇÕES) + E-SOCIAL PARA EMPRESAS DE PORTE: MEI, ME E EPP E+ ENVIO PASSO A PASSO NA WEB

SOBRE O CURSO

Curso eSocial SST 2.0 – Versão S – 1.0 (Simplificado) Conteúdo direcionado para novo cronograma, grupos e faseamento Atualizado com a IN 128 (Agentes Nocivos e Suas Avaliações). Seja especialista em conceitos sobre as tabelas e eventos, além de garantir certificado digital e WebGeral e muito mais sobre conteúdo teórico e prático!

MAIS INFORMAÇÕES


DESCRIÇÃO

Benefícios em realizar nosso curso:

Apostila;
Certificado;
Mentoria com Instrutor;
Grupo Exclusivo no Whatsapp.

Conteúdo Programático:

Introdução
Princípios do eSocial
Versão Simplificada 1.0
Obrigatoriedade
Novo Cronograma, Grupos e Faseamento
Formas de envio, Certificado digital e WebGeral
Conceitos sobre as tabelas e eventos no eSocial
Tabelas do eSocial x SST
Novas Tabelas e Eventos do eSocial na SST e sua Simplificação]Logica do Sistema e transmissão de dados
FAE – Financiamento da Aposentadoria Especial X LTCAT
Reflexos e Multas de SST no eSocial
Tabela 28 – Treinamentos de SST dentro do eSocial
Tabela 24 – Agentes Nocivos – Passo a Passo cada agente

Evento S-2210-Comunicação de Acidente do Trabalho passo a passo
Evento S-2220-Monitoramento da Saúde do Trabalhador passo a passo
Evento S-2240 – Agentes Nocivos e Aposentadoria Especial passo a passo

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

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PLANO DE CONTINGÊNCIA COVID-19 CONFORME PORTARIA CONJUNTA Nº 20 DE 2020 (PASSO A PASSO)

SOBRE O CURSO

Neste curso ensinaremos qual melhor forma de elaborar um plano de contingencia para as empresas. Um assunto totalmente novo necessário para que tenhamos saúde e segurança em nosso dia-a-dia.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

Neste curso ensinaremos qual melhor forma de elaborar um plano de contingencia para as empresas. Um assunto totalmente novo necessário para que tenhamos saúde e segurança em nosso dia-a-dia.

Conteúdo Programático Elaborando Plano de Contingência Passo a Passo em Organizações

Introdução
Conceitos legais e requisitos mínimos
Sobre as regras de aplicação do Anexo I
Medidas Gerais
Orientações e Protocolos
Elaboração do Comitê frente ao plano de contingência
Instruções sobre higiene das mãos e etiqueta respiratória
Conduta para casos suspeitos e confirmados da COVID19 e seus contatantes
Enquadramento para casos suspeitos
Enquadramento para casos confirmados
Enquadramento para casos de contatante
Distanciamento social
Critérios para higiene, ventilação, limpeza e desinfecção dos ambientes
Enquadramento para trabalhadores do grupo de risco
Equipamentos de Proteção Individual – EPI e outros equipamentos de proteção
Procedimentos para máscaras cirúrgicas ou de tecido
Máscara de tecido e seu padrão conforme ANVISA
Uso de máscaras PFF1 conforme orientações da ENIT
Sinalizações
Critérios para refeitórios
Critérios para vestiários
Critérios para transporte de trabalhadores fornecido pela organização

Atuação do SESMT frente ao plano de contingência
Medidas para retomada das atividades
13 planilhas para controle das exigências legais
Elaborando o Plano de Contingência Passo a Passo na prática

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ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

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DIREÇÃO DEFENSIVA
O Curso tem como objetivo a qualificação e a conscientização dos condutores, itens fundamentais para a segurança no trânsito.

O condutor terá a oportunidade, com este curso, de rever alguns conceitos que já conhece devido a sua prática e também de conhecer e aprender como afastar os perigos e os possíveis acidentes de trânsito, além de receber informações úteis para ajudar vítimas.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

A direção defensiva é um dos conteúdos programáticos de vários cursos nos Centros de Formação de Condutor, mas, após o período de aprendizagem, muitos condutores adquirem vícios de direção e acabam por esquecer de algumas lições.

A imprudência é responsável por acidentes e a ocorrência de diversas infrações. Para diminuir essas taxas, os órgãos responsáveis criam leis, fiscalizam e veiculam peças publicitárias de conscientização. No entanto, adotar medidas dedireção defensiva podem representar simples mudanças nos hábitos dos condutores e fazem toda diferença na segurança no trânsito.

Este presente curso de Direção Defensiva é um curso livre de nível básico para motorista que já possuem CNH ou aqueles buscam atualizar seus conhecimentos.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

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INTEGRAÇÃO E CAPACITAÇÃO ADMISSIONAL OU PERIÓDICA

SOBRE O CURSO O curso de Integração e Capacitação Admissional Oou periódica tem como objetivo fazer uma breve apresentação sobre a segurança no trabalho, Equipamentos de Proteção Individual, Equipamentos de Proteção Coletiva, Primeiros Socorros e Combate a Incêndio, promovendo assim a segurança e saúde dos trabalhadores.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

O Curso é destinado a capacitação inicial dos colaborados que estão começando a trabalhar e necessitam ser capacitados quanto as normas básicas de segurança no trabalho. O treinamento deve ser realizado sempre que for necessário em especial na contratação do funcionário, para que seja repassada as obrigações e responsabilidades dos funcionários, quanto a utilização dos EPI’s.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

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BRIGADA DE INCÊNDIO NT-17 CBM/GO
A Brigada de Atendimento a Emergência trata-se de um grupo organizado composto por Brigadistas Eventuais e/ou Efetivos treinados e capacitados para atuarem na prevenção, abandono da edificação, combate a princípios de incêndio e primeiros socorros, dentro de uma área previamente estabelecida.
Seus objetivos visam proteger a Vida e o Patrimônio, além reduzir as consequências sociais do sinistro e dos danos causados ao Meio Ambiente.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

Ao contar com indivíduos capacitados pelo curso de brigada de incêndio, o local terá pessoal preparado, apto a fornecer suporte antes mesmo da chegada do Corpo de Bombeiros, no caso de algum foco de incêndio. Geralmente, o treinamento é realizado com uma pessoa de cada departamento de uma empresa ou, pelo menos, com um morador de cada andar de um edifício, por exemplo, assim constituindo uma porcentagem mínima de capacitados. A SSTGO é especialista em curso de brigada de incêndio, podendo orientar de maneira efetiva a quantidade mínima necessária de pessoas que se tornarão brigadistas.

Assim, por meio da realização de um curso de brigada de incêndio com uma empresa idônea, experiente, que conta com profissionais seriamente comprometidos, como é o caso da Treinnar, é certo de que a capacitação ocorrerá de maneira efetiva, garantindo ainda mais segurança às pessoas e ao local.

  • curso de brigada de incêndio proporcionado pela SSTGO oferece:
  • Aulas teóricas;
  • Aulas práticas;
  • Segurança na execução de treinamentos práticos;
  • Treinamento com profissionais experientes;
  • Garantia de total aproveitamento, dentre outros.
 

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

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NR 05 – COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES
O curso da NR 5 – CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, capacita cipeiros, titulares; suplentes ou designados quanto a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível, permanentemente, o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde dos trabalhadores no ambiente de trabalho.

A CIPA deve ser constituída por estabelecimento, e mantida em regular funcionamento nas empresas privadas; públicas; sociedades de economia mista; órgãos da administração direta e indireta; instituições beneficentes; associações recreativas; cooperativas; bem como outras instituições, que admitam trabalhadores como empregados.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece os parâmetros e os requisitos da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, tendo por objetivo a prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, de modo a tornar compatível, permanentemente, o trabalho com a preservação da vida e promoção da saúde do trabalhador.

A organização deve promover treinamento para o representante nomeado previsto no item 5.4.13 desta NR e para os membros da CIPA, titulares e suplentes, antes da posse.
 O treinento de CIPA em primeiro mandato será realizado no prazo máximo de trinta dias, contados a partir da data da posse.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

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NR 10 - BÁSICO - SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS COM ELETRICIDADE
O curso de NR 10 Básico – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, capacita os trabalhadores que trabalham direta ou indiretamente em instalações elétricas e serviços com eletricidade; fases de geração; transmissão; distribuição e consumo, garantindo a segurança e a saúde dos trabalhadores. O curso tem validade 2 (dois) anos, e/ou sempre que houver troca de função ou mudança de empresa; retorno de afastamento do trabalho ou inatividade, por período superior a três meses ou modificações significativas nas instalações elétricas ou troca de métodos, processos e organização do trabalho.


MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

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NR 10 - COMPLEMENTAR – SEGURANÇA NO SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA (SEP) E EM SUAS PROXIMIDADES

O Curso SEP – NR-10 Complementar (Sistema Elétrico de Potência) é obrigatório para os profissionais que trabalham direta ou indiretamente com Alta Tensão (AT). O curso tem validade de 2 (dois) anos, sendo revalidado por meio da Reciclagem do Curso SEP da NR-10 Complementar. Os profissionais que interagem direta ou indiretamente com Alta Tensão (AT), devem inicialmente cursar o NR10 Básico, conforme exigência da norma regulamentadora. Este procedimento de segurança é necessário para que o profissional esteja de acordo com as determinações da norma regulamentadora.

Alta Tensão (AT): tensão superior a 1000 volts em corrente alternada ou 1500 volts em corrente contínua, entre fases ou entre fase e terra.

O curso tem validade 2 (dois) anos, e/ou sempre que houver troca de função ou mudança de empresa; retorno de afastamento do trabalho ou inatividade, por período superior a três meses ou modificações significativas nas instalações elétricas ou troca de métodos, processos e organização do trabalho.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

O curso de SEP é complementar ao curso básico de NR 10 e obrigatório para profissionais que trabalham com serviços de eletricidade com tensão superior a 1000 Volts (em corrente alternada) ou superior a 1500 volts (em corrente contínua).

É pré-requisito para a realização deste curso complementar, ter participado, com aproveitamento satisfatório de um curso básico de treinamento em NR 10.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.


A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

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NR11 - TREINAMENTO DE TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS

SOBRE O CURSO

Este Curso foi desenvolvido para atender os requisitos das Normas Regulamentadoras, especialmente a de nº 11 – Segurança no Trabalho em Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais, publicada pela Portaria 3.214 do MTE – Ministério do Trabalho e Emprego em 08 de junho de 1978 e sua atualização publicada pela Portaria n. 505, de 02 de maio de 2016, juntamente com seus anexos.

MAIS INFORMAÇÕES


DESCRIÇÃO

Esta Norma – NR 11 em especial estabelece diretrizes básicas a todas as empresas que possuem funcionários registrados em conformidade com a CLT (Consolidação da Legislação Trabalhista) e que operam máquinas como guindaste, pontes rolantes, gruas, guinchos, empilhadeiras, entre outras. A norma estabelece as diretrizes de operação e o provisionamento dos mecanismos de proteção frente aos riscos oferecidos durante o transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

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NR 11 - OPERADOR DE MÁQUINAS PESADAS
O Curso Operador de Máquinas Pesadas NR 11 tem como objetivo capacitar o profissional na operação de máquinas pesadas, com eficiência e seguindo as normas de segurança. Visando a saúde de seus colaboradores e a execução dos trabalhos utilizando métodos apropriados e precisos.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

Importante: Cursos e Treinamentos de Operação de máquinas e equipamentos deve ser específico para cada máquina ou equipamento e obrigatoriamente ministrado na própria máquina ou equipamento que o colaborador irá operar. Toda máquina ou equipamento deve possuir o Laudo de Inspeção Técnica de Conformidade com ART em atendimento a NR 11, NR 12 e NR 18 quando for o caso. Todo parque maquinário está sujeito a Gestão da NR 12 (Prontuário e Inventário da NR 12). Para mais detalhes entre em contato.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

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NR 11 / NR 12 - OPERADOR DE EMPILHADEIRA

O Aperfeiçoamento Profissional do Cruso de Operador de Empilhadeira tem por objetivo atender a Norma Regulamentadora 11 (NR-11) que prevê a obrigatoriedade de treinamento específico para os funcionários da empresa que operam equipamentos de transporte com força motriz própria e também a Norma Regulamentadora 12 (NR-12) definem referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

A norma NR 11 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), estabelece os requisitos de segurança a serem observados nos locais de trabalho, no que se refere ao transporte, à movimentação, à armazenagem e ao manuseio de materiais manualmente, objetivando a prevenção de infortúnios laborais. 

Esta norma regulamentadora surgiu em função do alto número de acidentes em operações de içamento e carregamento de materiais. Afinal, é de extrema importância que o operador seja treinado para operar a empilhadeira com total segurança.

Conhecer e seguir os requisitos de segurança pode preservar a integridade física do trabalhador, além de evitar sobrecarga muscular e adoecimento da coluna lombar.

O Curso de NR 11 Básico – Operações com Empilhadeira é fundamental para todos os estudantes e profissionais da área. Este curso grátis ensina sobre as normas de segurança sobre carga e descarga de materiais, empilhamento por processo mecanizado, gerenciamento de riscos dos operadores de empilhadeiras, e muito mais!

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

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NR 12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

O objetivo do Curso NR-12 Máquinas e Equipamentos é capacitar os participantes na segurança da operação de máquinas e equipamentos da rotina de cada empresa, visando estabelecer os princípios gerais e os tipos de aparelhos utilizados pelo colaborador.

O que são Máquinas e Equipamentos? Máquinas são um grande grupo de peças especificas e preparadas para produzir movimentos estabelecidos a partir de uma ação de uma carcaça com energia para executar um trabalho. Equipamentos são quaisquer classes de aparelhos, máquinas e/ou ferramentas empregadas no trabalho para auxiliar os colaboradores.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

Esta NR não se aplica:
a) às máquinas e equipamentos movidos ou impulsionados por força humana ou animal;
b) às máquinas e equipamentos expostos em museus, feiras e eventos, para fins históricos ou que sejam considerados como antiguidades e não sejam mais
empregados com fins produtivos, desde que sejam adotadas medidas que garantam a preservação da integridade física dos visitantes e expositores;
c) às máquinas e equipamentos classificados como eletrodomésticos;
d) aos equipamentos estáticos;
e) às ferramentas portáteis e ferramentas transportáveis (semiestacionárias),
operadas eletricamente, que atendam aos princípios construtivos estabelecidos em norma técnica tipo “C” (parte geral e específica) nacional ou, na ausência desta, em norma técnica internacional aplicável;
f) às máquinas certificadas pelo INMETRO, desde que atendidos todos os requisitos técnicos de construção relacionados à segurança da máquina.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

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NR-17 - ERGONOMIA NO TRABALHO

SOBRE O CURSO

O objetivo do curso é que os participantes sejam capazes de identificar, nos locais de trabalho, as situações que estão em desacordo com os pontos fundamentais da ergonomia.

É muito importante para você que deseja se manter livre de dores e doenças causadas por condutas  e posturas inadequadas, que são retratadas durante o conteúdo programático.

O conhecimento é a melhor maneira de manter seu corpo sempre saudável, por isso sempre busque aprimorar seu saber sobre este assunto, o que pode ser feito por meio do curso de ergonomia da Certificado Cursos Online.

 

DESCRIÇÃO

Todos os trabalhadores envolvidos com o trabalho de operador de checkout devem receber treinamento, cujo objetivo é aumentar o conhecimento da relação entre o seu trabalho e a promoção à saúde. O treinamento visa atender as exigências da Norma Regulamentadora n° 17 do Ministério do Trabalho e correrá de acordo com a atividade da empresa, e os programas e laudos que estão descritos na NR 17.

Para garantir que o corpo se mantenha saudável quando trabalha com serviços mais pesados, é preciso que se estabeleça uma organização ergonômica, e é sobre isto que você aprenderá nesta unidade.

Ambientes com altas temperaturas exigem cuidados rigorosos, uma vez que tendem a causar fadiga e outros danos à integridade física do trabalhador, por isso você saberá como agir nestes casos.

Nosso corpo precisa repor as energias depois de atividades, a fim de garantir que seu funcionamento se mantenha saudável, por isso você terá uma unidade para lhe explicar sobre este assunto.

A biomecânica diz respeito aos movimentos do corpo, e nesta unidade você conhecerá seus fundamentos, e a partir disto verá quais cuidados devem ser tomados ao realizá-los.

A iluminação é um fator muito importante para a ergonomia, pois é a partir dela que nosso corpo posiciona nossa coluna e cabeça para que enxerguemos melhor, e nesta unidade você saberá como devem ser as iluminações em ambientes de trabalho.

O Conforto Acústico em Escritórios
A intensidade sonora de um ambiente também deve ser avaliada e administrada, pois interfere diretamente na ergonomia do trabalhador, por isso você aprenderá sobre conforto acústico nesta unidade.

O sistema de revezamento garante que o trabalhador não se esforce demais, sendo muito importante para a ergonomia, por esta razão você estudará sobre este sistema e o de turnos de trabalho.

A fadiga é o cansaço, que é causado quando se esforça muito de forma contínua, e para a ergonomia é muito importante administrá-la adequadamente, por isso na última unidade você terá este tema.

Ao finalizar seu curso de ergonomia você terá bom conhecimento para garantir que sua saúde sempre seja mantida.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

A SSTGO reserva-se no direito de não realizar o curso caso não haja o mínimo de participantes inscritos.

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NR-20 – LÍQUÍDOS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS
Os cursos de NR 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis do SSTGO, visam atender as exigências da Norma Regulamentar Nº 20, que estabelece requisitos mínimos para a gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

Além dos prazos máximos de validade, os cursos Básico, Intermediário, Avançado I e II devem ser realizadas as reciclagem quando ocorrer modificações significativas, ocorrer morte de trabalhador, ocorrer ferimento em decorrência de explosão e/ou queimaduras de 2º ou 3º grau, que implicam em necessidades de internação hospitalar e/ou o histórico de acidentes e/ou incidentes assim o exigir. Os cursos Básico, Intermediário, Avançado I e II devem ser completados com conteúdos práticos, onde aborda Conhecimentos e utilização de sistemas de segurança contra incêndios com inflamáveis.

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NR 23 - TREINAMENTO DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS
O curso objetiva fornecer subsídios em geral para proteger e prevenir as edificações em geral contra incêndios; as características dos serviços, dos materiais empregados, dos processos de fabricação, entre outros, e determina as soluções mais adequadas a cada situação.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

A prevenção e proteção contra incêndios é de grande influência na tentativa de diminuição dos prejuízos materiais, e principalmente, dos desastres pessoais e ambientais que os incêndios sempre acarretam.

O conteúdo do curso está de acordo com as exigência da NBR-14276 (2006)

Programa de Brigada de Incêndio, estabelecendo os requisitos mínimos para a composição. formação, implantação e reciclagem das brigadas de incêndio, preparando-as para atuar na prevenção e no combate ao princípio do incêndio, abandono da área e primeiros-socorros, visando, em caso de sinistro, proteger a vida e o patrimônio, reduzir as consequências do sinistro e os danos ao meio ambiente.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

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NR 33 - SEGURANÇA E SAÚDE NOS TRABALHOS EMESPAÇOS CONFINADOS / 08HS E 16HS
O objetivo principal do curso é preparar e capacitar equipes como Trabalhador Autorizado e Vigia de Espaço Confinado conforme preconiza a Norma NR 33 – Espaços Confinados, seus requisitos, identificação e reconhecimento desses espaços, sua avaliação, monitoramento e controle de riscos existentes.  Assim como formar trabalhadores habilitados a exercer sua função de Vigia e Entrante em Espaço Confinado com eficiência, segurança e responsabilidade.
 
CARGA HORÁRIA NORMAL DO CURSO: 16HS
CARGA HORÁRIA DE RECICLÁGEM DO CURSO: 08HS
 
MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados e o reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos riscos existentes, de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nestes espaços.
Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

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NR 33 - (TEÓRICO E PRÁTICO DE RESGATE EM ESPAÇO CONFINADO) / 16HS
O objetivo principal do curso é preparar e capacitar equipes de salvamento e de a fim de que, ao final dos treinamentos, apresentem conhecimento e equilíbrio emocional que aliados aos procedimentos de resgate e de segurança aprendido os tornem capazes de desenvolver ações de retirada de uma pessoa de uma situação de perigo.
A equipe de emergência bem preparada consegue agir imediatamente reduzindo o tempo de exposição do trabalhador aos riscos atmosféricos, bem como realizar o atendimento e prestar os primeiros socorros o mais rápido possível. A formação de uma equipe de Resgate em garante o atendimento da NR-33.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados e o reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos riscos existentes, de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nestes espaços.
Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

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NR 33 – SUPERVISOR DE ENTRADA EM ESPAÇO CONFINADO | 40H
O curso tem como objetivo instruir sobre a Norma NR 33 – Espaços Confinados, seus requisitos, identificação e reconhecimentos desses espaços, sua avaliação, monitoramento e controle de riscos existentes. Assim como formar trabalhadores habilitados a exercer sua função de Supervisor de Espaço Confinado com eficiência, segurança e responsabilidade.

Público-Alvo: Profissionais da área de Segurança do Trabalho, Engenheiros, Técnicos de Telecomunicações, Montadores de Estruturas, Trabalhadores em Geral (profissionais de acesso por corda), Bombeiros Civil e Militar e empresas que estejam interessadas em capacitação e profissionalização de seus colaboradores.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

Treinamento INICIAL para trabalhos em ESPAÇOS CONFINADOS SUPERVISORES de ENTRADA 

 Público-Alvo Profissionais da área de Segurança do Trabalho, Engenheiros, Técnicos de Telecomunicações, Montadores de Estruturas, Trabalhadores em Geral (profissionais de acesso por corda), Bombeiros Civil e Militar e empresas que estejam interessadas em capacitação e profissionalização de seus colaboradores. Para receber o Certificado de Conclusão do Curso o participante deverá obter 70% de aproveitamento tanto no módulo prático quanto no teórico, além de frequentar 100% do curso.

O Aluno irá aprender os fundamentos do cargo de Supervisor, observando a avaliação ambiental, o monitoramento e o controle dos riscos existentes, de forma a garantir que seja sempre permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores que adentrem dos recintos confinados ou interagem direta ou indiretamente nestes espaços.

No término do curso, o aluno estará preparado para:

  • Compreender as definições de espaço confinado e como identificá-la;
  • Conhecer a legislação aplicável à espaço confinado;
  • Entender as tecnologias de avaliação qualitativa e quantitativa dos riscos existentes e interpretação de resultados;
  • Conhecer técnicas de análise de riscos;
  • Compreender controle e monitoramento dos riscos;
  • Conhecer equipamentos de segurança, equipamentos de detecção de gases;
  • Compreender como os acidentes em espaços confinados podem ser desencadeados;
  • Conhecer os equipamentos de resgates;
  • Praticar diversas modalidades de resgate;
  • Conhecer programa de proteção respiratória;
  • Noções de primeiros socorros e operações de salvamento.

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NR 33 – FORMAÇÃO DE INSTRUTOR PARA TRABALHO EM ESPAÇO CONFINADO | 40H
O curso tem como objetivo instruir sobre a Norma NR 33 – Espaços Confinados, seus requisitos, identificação e reconhecimento desses espaços, sua avaliação, monitoramento e controle de riscos existentes. Assim como formar  INSTRUTOR PARA TRABALHO EM ESPAÇO CONFINADO com eficiência, segurança e responsabilidade.

Público-Alvo: Profissionais da área de Segurança do Trabalho, Engenheiros, Técnicos de Telecomunicações, Montadores de Estruturas, Trabalhadores em Geral (profissionais de acesso por corda), Bombeiros Civil e Militar e empresas que estejam interessadas em capacitação e profissionalização de seus colaboradores.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados e o reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos riscos existentes, de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nestes espaços.
Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio.

No término do curso o aluno estará preparado para:

  • Compreender as definições de espaço confinado e como identificá-la;
  • Conhecer a legislação aplicável à espaço confinado;
  • Entender as tecnologias de avaliação qualitativa e quantitativa dos riscos existentes e interpretação de resultados;
  • Conhecer técnicas de análise de riscos;
  • Compreender controle e monitoramento dos riscos;
  • Conhecer equipamentos de segurança, equipamentos de detecção de gases;
  • Compreender como os acidentes em espaços confinados podem ser desencadeados;
  • Conhecer os equipamentos de resgates;
  • Praticar diversas modalidades de resgate;
  • Conhecer programa de proteção respiratória;
  • Noções de primeiros socorros e operações de salvamento.

CAMPO DE ATUAÇÃO

Áreas offshore, onshore, industriais, e todas as atividades que envolvem autorização para a entrada em ambientes confinados  Ex.: (silos,tanques, etc…)

PÚBLICO-ALVO

Supervisores e lideranças que necessitam planejar e autorizar a entrada e resgate de trabalhadores em Espaços Confinados.

 PRÉ-REQUISITOS

Ensino fundamental completo.

Para realização do curso o candidato ao treinamento deve estar em condições mínimas de saúde física, atestadas por exame médico ou equivalente, para poder ser considerado apto a executar os exercícios e simulações previstas no curso.

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NR35 (INSTRUTOR / SUPERVISOR DE TRABALHO EM ALTURA) / 40HS

O curso tem como objetivo instruir sobre as Normas Nacionais e Internacionais, e formar instrutores habilitados a exercer e ensinar os procedimentos e técnicas de trabalho em altura com eficiência, segurança e responsabilidade.

Público Alvo:

Profissionais da área de Segurança do Trabalho, Engenheiros, Técnicos de Telecomunicações, Montadores de Estruturas, Trabalhadores em Geral (profissionais de acesso por corda), Bombeiros Civil e Militar e empresas que estejam interessadas em capacitação e profissionalização de seus colaboradores.

MAIS INFORMAÇÕES
 
DESCRIÇÃO

curso NR 35 MULTIPLICADOR tem o objetivo de capacitar profissionais para multiplicar a NR 35 através das práticas realizadas. Os conceitos e informações recebidos na teoria embasam o instrutor para uma abordagem total de todas as etapas do trabalho em altura explorando o conhecimento de todos os recursos e equipamentos utilizados para então ministrarem o curso com segurança e qualidade para os trabalhadores que executarão as atividades.

Ao término do curso o instrutor terá proficiência para ministrar o treinamento da NR 35.

CERTIFICAÇÃO

Certificado válido em todo território Nacional. Os certificados de instrutor de segurança de trabalho em altura são emitidos de acordo com a NR-35 e obedecendo as normas do ministério do trabalho e emprego.

O curso tem validade de 2 anos.

O treinamento tem carga horária de 40 horas de teoria e de prática.

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NR 35 – TRABALHO EM ALTURA - TRABALHADOR AUTORIZADO | 8H
O curso tem como objetivo instruir sobre a norma NR 35 Trabalho em Altura, que estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o Trabalho em Altura, envolvendo o planejamento, organização e execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

Público-Alvo:

Profissionais da área de Segurança do Trabalho, Engenheiros, Técnicos de Telecomunicações, Montadores de Estruturas, Trabalhadores em Geral (profissionais de acesso por corda), Bombeiros Civil e Militar e empresas que estejam interessadas em capacitação e profissionalização de seus colaboradores.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

O curso de NR-35 Trabalho em altura é destinado a trabalhadores que laboram em atividades executas acima de 2,00 (dois) metros do nível inferior, onde haja risco de queda.

Este curso de NR-35 estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o Trabalho em Altura, envolvendo o planejamento, organização e execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

Carga horária: 8 horas.

ara receber o Certificado de Conclusão do Curso o participante deverá obter 70% de aproveitamento tanto no módulo prático quanto no teórico, além de frequentar 100% do curso.

 
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NR 35 - TRABALHO EM ATURA (RESGATE EM ALTURA - TEÓRICO E PRÁTICO
O objetivo principal do curso é preparar e capacitar equipes de salvamento e de a fim de que, ao final dos treinamentos, apresentem conhecimento e equilíbrio emocional que aliados aos procedimentos de resgate e de segurança aprendido os tornem capazes de desenvolver ações de retirada de uma pessoa de uma situação de perigo.

A equipe de emergência bem preparada consegue agir imediatamente reduzindo o tempo da suspensão inerte do trabalhador nos casos de resgate vertical. A formação de uma equipe de Resgate em garante o atendimento da NR-35.

MAIS INFORMAÇÕES

DESCRIÇÃO

A busca por técnicas mais eficientes e aquisição de equipamentos modernos é uma realidade na indústria nos aspectos relacionados à atividade de Salvamento em alturas.

Porém, para que a Equipe de resgate alcance a excelência na prestação de serviços à sociedade, os procedimentos de execução das técnicas e a correta utilização dos equipamentos devem ser implementados por um processo organizado e estruturado, oriundo de um planejamento bem feito, com foco na capacitação contínua dos resgatistas e na melhoria das condições de trabalho e treinamento.

Este trabalho utilizadas nas atividades de salvamento em apresenta técnicas alturas no plano vertical, explorando princípios importantes, como ancoragens e técnicas de ascensão, descensão e içamento adaptados ao grau de lesão das vítimas, além de orientações quanto aos materiais e equipamentos utilizados nas práticas de salvamento em locais elevados.

Finalidade

Para a concretização das diversas Operações de Salvamento (Resgate) em locais de difícil acesso, edifícios de grande altura, em zonas e locais de risco acrescido entre outros trabalhos em alturas, recorre-se às
diversas técnicas de escalada & montanhismo. Estas, são a base de todo o nosso trabalho.

ESTE CURSO NECESSITA DE FECHAMENTO DE TURMA COM QUANTIDADE MINIMA DE ALUNOS PARA SER MINISTRADO.

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